
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Traitement de choc - 1973

terça-feira, 27 de outubro de 2015
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Body Fever- 1969

sexta-feira, 21 de agosto de 2015
The Clonus Horror - 1979
Filme B que estava escondido em um dos meus HDs completamente
esquecido e so me veio à lembrança quando li uma entrevista de Pete Tombs, o fundador da
Mondo Macabro, e ele assinalou que o filme foi um dos maiores fracassos da sua
distribuidora. Aliás, já está fora de catálogo o DVD. E posso dizer que é uma
pena, pois se trata de um filme peculiar
e inteligente. Foi o único filme dirigido por Robert S. Piveson. No elenco
somente dois atores vagamente conhecidos: Dick Sargent, que foi um dos maridos
na série A Feiticeira, e Peter Graves.
Num local isolado e aparentemente idílico vive um grupo de jovens,
homens e mulheres. A vida deles parece a
melhor possível: apenas praticam esportes e se divertem , todos sonham com o
dia em que poderão se mudar para a América. Logo se revela que as moças e
rapazes ali não passam de clones criados com algum proposito obscuro. Um dos clones
percebe que não vive nos melhor dos mundos quando acha no leito de um riacho
uma lata de cerveja o que desperta sua curiosidade. Daí em diante ele não cessa
de ir fuçando aqui e ali ate descobrir que por trás do suposto paraíso
encontra-se um inferno horripilante. A fuga para o mundo exterior, a América, se
revela outro pesadelo.
A trama soa familiar? Ora, pois em 2005 a Dreamworks
produziu “A Ilha” com Scarlett Johanssen e Ewan McGregor, e não demorou a ficar
claro que “The Clonus Horror” fora clonado descaradamente. Uma ação se seguiu e a Disney (proprietária
da Dreamworks) pagou um valor não revelado aos
produtores.Cumpre lembrar ainda que alguns anos antes o filme obtivera
relativa notoriedade ao ser exibido no
programa americano de TV “Mystery Science Theater “especializado em achincalhar
supostos filmes ruins. O filme pode ser
conferido no site: http://rarelust.com/the-clonus-horror-1979/
quinta-feira, 11 de junho de 2015
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Girls on the Loose - 1958
Ah,
o charme irresistível do cinema B americano dos anos 50! Aqui neste pequeno e
obscuro filme o espectador pode se deparar com algumas das qualidades e também
defeitos da escola que virou ate um gênero(?). Uma surpresa é a assinatura da
direção: Paul Heinred, ator de algum renome nos anos 30 e 40, que teve papel de
destaque em “Casablanca” só para citar um bem manjado. A novíssima geração com
certeza não lembra mais dele. Sempre fazia papel de mocinho bom, papeis românticos,
tinha aquela carinha limpa, topetinho louro, enfim o típico bom rapaz americano
de família. Nem era americano de
nascimento, diga-se de passagem, mas austríaco e veio pra América na mesma leva
que trouxe dezenas de outros nomes fugidos das guerras e do nazismo. Virou
diretor de filmes B meio por falta de opção, pois foi um dos perseguidos pela
caça Macarthista que mandou para o limbo os simpatizantes do comunismo. No
cinema dirigiu poucos filmes e todos eles Bs, mas na TV dezenas de episódios de
diversas séries clássicas inclusive para “Alfred Hitchcock presents”. O filme
que relembro ,inédito em DVD infelizmente, segue a cartilha clássica de um
grande golpe. O fato que chama atenção é que o grupo de bandidos que comete o crime
é composto apenas por mulheres. E moças violentas, como fica demonstrada pela sequência
inicial do assalto. A líder da gang é Vera, interpretada por Mara Corday, aqui
em de seus raros papeis de destaque . Uma bela mulher, bastante interessante-
com um quê de Ava Gardner- mas que nunca alcançou destaque e se limitou atuar em
filmes B como este. Aqui como a fria e sanguinária líder, que durante as noites
“normais” é uma respeitável dona de uma casa noturna ela consegue se sobressair
tanto pela beleza fria quanto pelo estilo. A irmã caçula de Vera é cantora da
boate e cai de amores justamente pelo detetive encarregado de investigar o caso.
Como em um bom filme B quase toda ação gira em torno do nightclub. O bando de
gatas bravas não demora a se engalfinhar
movido pela cobiça e o clímax até violento de certo modo leva ao moralista e trivial "crime não compensa" . Mas até isso
acontecer as moças se divertem principalmente Vera, que além de violenta e
inteligente é uma predadora sexual. Se o filme não chega a ser um clássico consegue se sobressair da rotina graças aos elementos pré-exploitation tais como a sensualidade
e a violência, e justifica a lembrança.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Raw Force - 1982

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